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:: Sobre Nós ::


Shalom Alechem!

Somos um grupo de crentes em Moshe, nos profetas e no Ungido de Adonay que acredita firmemente que a vida eterna consiste em conhecer que há um só Elohim verdadeiro e que Yeshua há Maschiach foi enviado por ele. (Yochanan/Jo 17:2). Acreditamos que Elohim exaltou soberanamente a seu Maschiach dando-lhe um nome que está acima de todo o nome (d'Alot Filipisaya/Fp 2:9), o de Filho de Elohim, nome que não foi dado nem mesmo aos anjos (Ebrayah/Hb 1:5) para que ao nome de Yeshua há Maschiach se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra.” (d'Alot Filipisaya/Fp 2:9)

Consequentemente mantemos que “em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos,” a não ser em Yeshua há Maschiach.”  (Abda d'Shelicha/At 4:12) Por esse motivo acreditamos que é hora de restaurar seu verdadeiro nome, dado pelo anjo a Yosef, o filho de David. Ele foi chamado Yeshua, que significa Salvação por que veio salvar o seu povo dos seus pecados. (Matytyahú/Mt 1:20-21).

Por isso os primeiros discípulos apelavam a seus ouvintes: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Yeshua há Maschiach para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom da ruach há kodesh.” (Abda d'Shelicha/At 2:38) Nesse nome foram imergidos os primeiros crentes, (Abda d'Shelicha/At 8:16, 10:48, 19:5) e sabemos que é nossa missão anunciar o nome de Yeshua diante de reis e presidentes (Lucas 21:12,17), pois este nome revela não apenas seu caráter de Salvador de todo o pecado, mas também de todo o engano. Estamos conscientes de que a hora virá em que a besta e o falso profeta perseguirão os santos por causa de seu nome, (Matytyahú/Mt 24:9), mas não prevalecerá. 

Estamos convictos de que ninguém pode por outro fundamento além daquele que já está posto, a saber o próprio Moshia ou seja, o Salvador  do mundo. (Corintaya Cadmaita 1Co 3:11). Por isso mesmo rejeitamos o conceito de que Adonay salva seu povo anulando a sagrada Torah dada a Moshe Rabeinú (Moisés nosso Professor). Como único fundamento da kehilah (igreja), nosso Maschiach esclareceu sua posição proibindo que sequer pensemos que ele veio para abolir a Torah Lei ou os Nevim profetas (Matytyahú 5:17).

Sabemos que os shalichim (enviados) serviam o mesmo Elohim de seus pais “crendo em tudo quanto está na Torah e nos profetas.” (Abda d'Shelicha/At 24:14). Naturalmente, estando conscientes da visão judaica de que Torah se refere primeiro ao Pentateuco ou cinco livros de Moshe e logo ao restante do Tanach, apelidado erroneamente de Velho Testamento. Por isso mesmo rejeitamos o conceito cristão de que a Lei que Yeshua não aboliu sejam os dez mandamentos na sua íntegra como ensinam os batistas do sétimo dia e seus herdeiros adventistas ou pior ainda os dez mandamentos reinterpretados pela igreja de Roma e que fazem do domingo o “sábado cristão.”

Assim, embora creiamos que a salvação é um dom da graça, que ela é incondicional e que é eterna, ou seja, que ela dura para sempre e que somos salvos com a exclusão do mérito de todas as obras, antecedentes, presentes ou subsequentes ao chamado (d`Alot Efesayah/Ef 2:8-9), sabemos que fomos criados em Yeshua há Maschiach para as boas obras anteriormente designadas para que andemos nelas. (d`Alot Efesayah/Ef 2:10) Cientes de que aquele que “violar o menor dos mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no reino dos céus e que aquele que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus,” (Matytyahú/Mt 5:17-19) proclamamos que a posição de qualquer crente no reino de Elohim será determinada pela guarda dos mandamentos.

E estes mandamentos incluem não só os 613 mandamentos da Torah, mas as centenas de mandamentos dadas através dos profetas e de Yeshua, cada um dos quais se revelará uma benção para aquele que o recebe, pois o Eterno não dá mandamentos que não sejam bons. (Rohmayah/Rm 7:12).Exortamos, pois aos santos que “façam o bem e que se enriqueçam de boas obras” (Tiymoteos Cadmaita/1Tm 6:18), pois Yeshua “se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade (gr. anomias ou o que é contra a Lei), e purificar para si um povo especial, zeloso e de boas obras.” (Titos/Tt 2:14). Essa é a grandiosa missão dada a Yeshua, levantado para ser “luz para iluminar as nações, e para glória” de seu “povo Israel.” (Lucas 2:32).

Acompanhando o curso das profecias sabemos que no dia em que Yakov (Jacó) abençoou seus filhos em Mitzraym (Egito) ele anunciou o que acontecerá nos acharit há`yamim ou seja, nos últimos dias. (Bereishit/Gn 49:1) Esta profecia foi dada depois que Yah (o Eterno), abençoara seu avô Avraham com a promessa de que sua semente seria numerosa como as estrelas, (Bereishit/Gn 15:5) e depois que o próprio Criador o abençoou dizendo que seus descendentes biológicos seriam como o pó da terra e possuiriam o mundo de Oriente a Ocidente e de Norte a Sul. (Bereishit/Gn 28:14-15).

A primeira parte dessa profecia se cumpriu quando os filhos de Avraham, (cujo nome significa pai de povos) saíram de Mitzraym (Egito). Em apenas 210 anos um clã de 70 pessoas cresceu 34 mil vezes e atingiu a população de 2,4 milhões de almas tornando-se uma multidão numerosa como as estrelas do céu e que se reunira com Moshe na margem leste do Yarden ou Rio Jordão. (Devarim/Dt 1:10) Mas isso não é tudo. A segunda parte da mesma promessa precisa ser atingida. Israel tem de chegar a ser muito mais abundante. Ele deve ser onipresente em todo o mundo e seus filhos incontáveis como o pó da terra. Moshe, o grande profeta e legislador mostra que antes que se cumpra o mistério de Elohim, Israel tem de crescer mil vezes mais do que era então. (Devarim/Dt 1:11)

A nação escolhida, em cujo sangue circula o DNA de Avraham, de Ytzchak e de Yakov deve passar de apenas 2,4 milhões de pessoas à fantástica população de 2,4 bilhões de almas. E como as profecias jamais falharam e nunca falharão o presente ciclo não se fecha antes que Israel se torne a nação mais numerosa do mundo. A pergunta é: Onde está esse povo tão numeroso se a China o país mais populoso tem 1,318 bilhões de habitantes e Israel com seus 7 milhões de habitantes é o 98° país do mundo em população e todos os 13 milhões de judeus conhecidos no mundo formam uma população idêntica a da pequena Guatemala o 68° pais do mundo? Esta é uma pergunta aparentemente desconcertante.

O problema é que temos olhado a Israel como sendo a pequena Casa de Yehudá remanescente com seus 13 milhões de habitantes. A resposta a intrigante pergunta: Onde está o grande e inumerável Israel está nas centenas de milhões de descendentes de Efraym e Menashe que receberam a benção de crescer como peixes no meio da terra até atingirem se tornarem a plenitude dos gentios (Bereishit 48:16,19) que quando for atingida será salva juntamente com todo o Israel. (Rohmayah/Rm 11:25-6).

Graças ao Pai fomos levados à compreensão de que diferentemente do servo cego que é Israel (Yeshayahú/Is 41:9, 42:19-20, 44:21) o Santo de Israel levantou outro servo para ampará-lo abrindo-lhes os olhos cegos e retirando do cárcere os que jazem em trevas guiando-os por um caminho desconhecido. (Yeshayahú 42:1,6-7,16) Este servo glorioso, que é o Maschiach deve trazer de volta as tribos de Yakov dispersas a 2720 anos quando a Assíria destruiu Shomeron Capital do reino do Norte, e como isso ainda é pouco, ele deve ser luz para os gentios até a extremidade da terra. (Yeshayahú 49:7).

E se há um ponto acerca do qual ninguém precisa ter dúvidas é sobre a missão de Yeshua, pois ele mesmo disse a que veio: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da Casa de Israel.” (Matytyahú/Mt 15:24). Sim, Yeshua é o Servo Sofredor, mas também é o Servo Glorioso que traz Israel à salvação e o conduz de volta a casa chamando-o com seu amor assim como o amor do Pai atraiu o Filho Pródigo. 
 

E se existe um país repleto destas ovelhas, tanto descendentes das dez tribos perdidas da Casa de Israel, como também descendentes da Casa de Judá forçados a se converter ao cristianismo católico durante a inquisição esse país é o Brasil. Essa terra de milhões de israelitas tanto ameríndios e ciganos como também de afro-brasileiros, mas principalmente de judeus bnei anusim (filhos forçados) começa agora a ouvir uma voz forte chamando-a à teshuvá, ao retorno à plenitude da fé de Yeshua e de seus enviados (apóstolos).

 Esta terra de um povo que cada vez mais se volta para a bessorat (Boas novas ou evangelho) está sendo chamada a compreender que os judeus adoram o que sabem “por que a salvação vem dos judeus,” (Yochanan/Jo 4:22), que existe muita vantagem no judaísmo das Escrituras por que  “aos judeus foram confiados os oráculos de Elohim,” (Rohmayah/Rm 3:2) e que aos israelitas pertence “a adoção, e a kevod (glória), e as alianças, e a promulgação da Torah, e o culto, e as promessas,” pois deles “são os patriarcas;” e também deles “descende o Maschiach segundo a carne.” (Rohmayah/Rm 9:4-5)

Concordes com isso esse grupo de crentes em Yeshua se voltou para a investigação da Brit Chadashá (Novo Testamento) tendo em vista uma visão judaica saudável, que é aquela que emana das escrituras. Descobrimos que a Torah foi dada a Israel para iluminar as nações, que a alimentação kashrut (própria) dada a Israel para abençoá-lo com mais saúde física e maior bem-estar espiritual será uma benção também para o não israelita, já que o Eterno em seu amor não negou a Israel nenhum bem, e se for um efraimita ou um bnei anusim voltando para casa com mais razão ainda.

Estamos conscientes de que se um alimento não faz bem a um israelita, por certo não fará bem a um gentio que deseja a mesma elevação espiritual, pois fomos feitos da mesma massa. E o que é verdade em relação a alimentação é igualmente verdade em relação a todos os demais estatutos, juízos, mandamentos e alianças dadas a Israel.

O mesmo se aplica as festas bíblicas nas quais aprendemos a ver a plenitude do caráter do Maschiach revelado bem como o propósito redentor do Criador. E por essa razão que Shaul (Paulo) diz que ninguém nos deve julgar por observarmos kashrut (abstinência alimentar), luas novas, sábados ou festas, pois tudo isso faz parte do corpo do Maschiach. (d'Alot Colossaya/Cl 2:16-17). Pela mesma razão o Eterno conclama os estrangeiros a guardarem o shabat sob a promessa de que se o abraçarem receberão mais benção de que os filhos e filhas de Israel. (Yeshayahú/56). Pela mesma razão Shaul (Paulo) nos recorda que “aquele que faz caso do dia, para Adonay o faz.” (Rohmayah/Rm 14:6). Chegou o tempo para que a igreja se aperceba que é honroso que os crentes tomem aqueles dias escolhidos pelo Eterno para que seu povo Israel o sirva e que foram dados a ele como festas fixas e perpétuas, e que os crentes que não fazem isso para Adonay não o fazem.   

Por outro lado Quando chegamos à restauração nos apercebemos que o mesmo não pode ser dito dos dias de culto de origem pagã hoje consagrados pela igreja ao Eterno como o domingo, a páscoa (não confundir com o pessach), o natal, o dia de halloween ou o primeiro dia do ano romano. Acerca destes dias, antes reservados aos que não são elohim, e jamais ordenados pelas Escrituras Shaul censura fortemente aos crentes que numa reminiscência do paganismo ainda insistem em observá-los, ainda que os consagrem ao Eterno. (d'Alot Galatayh
/Gl 4:8-10). Se há uma coisa que aprendemos com a oferta de Caim é que não se dá ao Criador o que ele não pediu. Ele é Rei e tem direito de dizer de que forma será adorado.

Acompanhando o estudo das profecias, estamos convencidos, como nossos demais irmãos cristãos, gentios e judeus, bem como israelitas messiânicos que estamos caminhando para o desenlace final, que já resta pouco tempo e que estamos quase no final do sexto milênio. Pensamos que em breve Yeshua descerá do céu sobre o monte das oliveiras o mesmo lugar de onde subiu (Zacarias 14:4 Abda d'Shelicha/At 1:9-12), para assumir o reino milenar no trono de seu pai David (Lucas 1:32), na cidade santa de Yerushalaim. (Yeshayahú/Is 52:1, Matytyahú/Mt 4:5, 27:53). Aguardamos ansiosamente o momento em que conforme a promessa de Yeshua os mansos herdarão a terra (Matytyahú 5:5) exatamente como os profetas disseram que seria. (Tehilim/Sl 37:9,11,22,29 Yeshayahú/Is 60:21, 65:9).  Por tudo isso como os crentes do passado dizemos: “Ora, vem Adon Yeshua.”


Seu retorno, nossa mais cara esperança, nos alenta a lutar a batalha da fé até que ele chegue, pois nos está prometido, que se guardarmos até ao fim as suas palavras ele nos dará “autoridade sobre as nações,” que não serão destruídas à sua vinda, já que ele é o Sar Shalom, mas dominadas pelos santos que “com vara de ferro” as regerão “
quebrando-as do modo como são quebrados os vasos do oleiro.” (Guilianah/Ap 2:26-27) Sabemos que quando o Cordeiro iniciar seu reino, suas ovelhas estarão com ele “e reinarão sobre a terra.” (Guilianah/Ap 5:10).

Aguardando essa bem aventurada esperança o convidamos a estudar conosco edificando uma causa comum a todos os verdadeiros crentes, a da restauração. Nossa missão não é a edificação de mais uma organização sectária supostamente erguida por Yeshua e dona exclusiva da verdade, única autorizada a ministrar o “batismo salvador

Como crentes em Yeshua ouvimos a sua voz em alto e bom som dizendo: “Eu sou a porta, se alguém entrar por mim, salvar-se-á, entrará, sairá e achará pastagens.” Yochanan 10:9. Uma vez que só Yeshua é a porta, e que todos os que entram por ele são salvos, é evidente que não existem organizações religiosas cristãs, judaico-messiânicas ou israelitas que se constituam em corredores exclusivos sem os quais esta porta salvadora não pode ser achada. O Maschiach deixou bem claro: “Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus, pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” Matytyahú/Mt 18:19-20. Logo, a autoridade reside não numa instituição, por mais antiga, fiel ou pretensiosa que ela seja, mas em o nome de Yeshua há Maschiach.

Sim, a restauração da verdadeira fé exige a compreensão de que Yeshua não fundou nenhuma igreja, mas que esta igreja que já existia no deserto nos dias de Moshe sendo fundada por ele (Abda d'Shelicha/At 7:38), e que se chamava Kahal Yisral (Igreja de Israel) foi por ele salva quando depois de morto foi ressuscitado pelo Pai como está escrito: “Sim, Elohim, com a sua destra, o elevou a Sar v`Moshia (Príncipe e Salvador), para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados.” (Abda d'Shelicha/At 5:31).

Este imenso Israel, que foi rejeitado temporariamente e chamado Lo Ami, Não Meu Povo, para em sua queda crescer até ser numeroso como a areia do mar, retorna agora redimido pelo sangue do cordeiro para ser chamado pelo Eterno de Ami, Meu Povo. (Hoshea/Os 1:9-12) Consciente de seu chamado ele emerge agora dos séculos de teologia de substituição e influência pagã seguro de sua eterna salvação e se levanta para obedecer ao Criador da forma como a sua Davar ou Palavra ordena. Ele deve estar consciente de que não é uma instituição uniforme, autocrática, denominacionalista e exclusivista, mas um povo, o Israel de Elohim, uma multidão inumerável que ninguém é capaz de contar. (Guilianah/Ap 7:9)


Hallel Yah (Louvai ao Eterno).

 

 

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